Com Bruna Lima, Edoardo Ghirotto, Eduardo Barretto e Lucas Marchesini

A campanha de ministros do STJ para adiar até 2023 a escolha de dois nomes para o tribunal ganhou força

A série demonstrações de Jair Bolsonaro de que quer aparelhar o Judiciário fez ganhar força a campanha de alguns ministros do STJ que querem deixar para 2023 a escolha dos nomes para preencher as duas vagas abertas atualmente no tribunal.

Além do STJ, Bolsonaro poderá nomear 75 desembargadores de uma só vez no próximo ano. O presidente não tem escondido a sua intenção de escolher nomes aliados. Em um culto para celebrar a posse de André Mendonça no STF, o mandatário da República disse que o ministro será “mais uma pessoa ao lado da nossa Constituição” e que ele representa uma “renovação” na Corte.