E do isolamento do seu quarto de hotel em moscou, fazendo os cinco testes de covid-19 como exigiu o governo russo, Bolsonaro viu as horas passarem na ansiedade do encontro com o presidente Wladimir Putin.

Aprovado nos testes, Bolsonaro pode então ir homenagear os camaradas comunistas mortos na segunda guerra mundial.

É interessante e um prato cheio para todos os estudiosos da mente e da psique humana, o  excelentíssimo senhor  presidente Bolsonaro. Suas fraquezas mescladas com bravatas, suas decisões que vão e vêm,  e feitos como o do último 7 de setembro, não o faz sequer ficar vermelho.

Acusar a terceiros para se “safar” de qualquer acusação, é corriqueiro. Se assenhorar de feitos de outrem, é muito mais comum. Por exemplo: Diz a mídia nacional e internacional que após deixar Moscou, onde não se sabe o que foi fazer, além de turismo, e mostrar que não está tão isolado, Bolsonaro desembarcou na Hungria e diante do premier Viktor Orbán, a quem chamou de irmão, Bolsonaro insinuou que sua presença na Rússia serviu para o distencionamento entre aquele país e a Ucrânia. Como se vê, do seu isolamento em um quarto de hotel, o Brasileiro acredita que sua mera presença fez Putin retirar suas tropas da fronteira e esfriar a possível guerra. E e seus seguidores acreditam nisso, pode?

E tem outros que assemelhados  a  Magno Malta, afirmam categoricamente na predestinação de Jair para levar água ao nordeste. Mesmo que sua participação na obra, tenha sido de menos de seis porcento.

Mas estes mesmos também acreditam que colocar na cabeça um chapéu de couro, tipo usado por vaqueiros, mas que eles insistem chamar chapéu de lampião, é suficiente para ganha a simpatia e o perdão dos nordestinos insistentemente achincalhados por Bolsonaro.

Mas o presidente brasileiro é mesmo assim: Ao se barbear  não caem pelos, mas , serragem.

Como já se percebe, nas próximas eleições não faltaram aqueles que encherão as redes sociais de fotos de Bolsonaro e Putim , de chapéu de couro, se batizando em toda e qualquer igreja, e ainda vestindo as camisas de todo e qualquer time que ele perceba pode lhe dar alguma vantagem. Um oportunista estúpido navegando no mar  da ignorância.

Mas, no Brasil, como dizia minha mãe: “Tem pra  sela e pra cangalha”. Escolha.