Brasil,  de mansão de luxo a ossos e pelancas

 

Tenho ouvido de muitos conhecidos e populares, que estão desolados com a “conversa pra boi dormir”  da mídia , do judiciário, das igrejas  e da oposição, com relação a Jair Bolsonaro.

Todos os dias explodem nas redes sociais e na mídia em geral, novos crimes de Bolsonaro. Juristas, jornalistas, cientistas políticos, políticos de esquerda  e assemelhados, ganham machetes e destaques no noticiário local e internacional dando conta dos crimes de vossa excelência e das consequências se fossem praticados por outros que não Bolsonaro. Mas… nada acontece, nada!

O povo ouve e já não acredita mais em ninguém. Está ganhando conciência que na história nacional, nesse folhetim, não passa de mero figurante que sequer direito a fala tem.

Trocam-se os personagens mas o enredo, que ganha enfeites com direito a efeitos especiais,  semelhantes a “trailer” dos filmes  “holywoodianos” que nos faz  lotar as salas e nos decepcionar ao final da história,  continua o mesmo.

Gasolina subindo de preço semanalmente, quase,  gás em alta, dolar na estratosfera carne que sumiu para os pobres, feijão bandinha, arroz quebradinho, ossos e pelancas às mesas, quando se tem sorte.

Se para alguns, restos; para outros festas e mansões com o dinheiro público. Mas  tenham calma: O faremos sangrar até 2022 e depois a sua prole até 2026, 30, 34…

E o povo? Ao povo nada. Só o circo, porque os brioches foram suprimidos do seu roteiro.

De fato, realmente temos muito a aprender. Ouvir pérolas como:

A universidade  é para poucos

Pobre tem de comer restos

É idiota quem afirma que é preciso comprar feijão em vez de fuzil

E continuar calado, é de revirar o estômago de coletores de feses indianos.

E não adianta chamar o Chapolim Colorado. Não é um setor de nossa estrutura que está infestado de  “cupins”,  e sim vários deles. Mas ainda dá para salvar muita coisa. Basta convocar o super “povo” para as ruas e fazer a “dança da chuva” e fazer chover a “democracia”  e punir que de fato merece.

Mas se pelo contrário,  formos seguir o roteiro da conciliação e dos códigos criados por corruptos ( quem

criará leis que possam punir a si mesmos?) Qual fiscal da constituição fará justiça quando pode perder o cargo vitalício?

Só o povo na rua sem a presença de profissionais da política, ou políticos profissionais poderá de fato mudar esse enredo de 3ª categoria que cumprimos e não sabemos como reescrever.

Em resumo, nos falta brio, sangue no olho , coragem para pagar pra ver contra o blefe que aí está.

Se não agimos é porque de fato existe um centrão muito maior que o que está no Congresso Nacional .

Ou será, pior,  que somos seguidores inconscientes do Malafaia?